domingo, 14 de novembro de 2010

O que rolou no Debate Nokia

     No domingo passado, 07/11, a nossa cantora preferida participou do Debate Nokia e expressou sua opinião sobre musicalidade, sobre questões musicais e que estão relacionadas à profissão... Confira o que a nossa roqueira disse e o que rolou no debate:

     "Pitty criticou o antagonismo criado entre os que gostam vinil e os que gostam de CD. Segundo ela, as duas tecnologias podem caminhar juntas sem problema algum. Como exemplo, Pitty cita o vinil do Arctic Monkeys, que já vem com um código para baixar as músicas em mp3.
    
     Papo vai, papo vêm e voltamos ao assunto das gravadoras. Quando perguntam a Pitty se ela já se sustentava com sua música antes de ser contratada por uma gravadora, ela lembra do início de sua carreira e acaba nos contando um pouco sobre. Comenta que além de não se sustentar com a própria música, os shows eram divulgados por ela mesma ou pela própria banda nos postes de Salvador ou por meio de flyers. Ainda fala sobre o cenário do rock na época:
'Se fazer rock no Brasil é underground, fazer rock na Bahia é o underground do underground.'
    
     Pitty conta também que foi nessa jornada underground que conheceu Rafael Ramos, produtor musical e filho do diretor musical João Augusto, que incentivou sua carreira e a apresentou para grandes contatos que geraram grandes parcerias para Pitty.
'Eu não quero ser mainstream, underground ou alternativa. Eu quero viver da minha música.' 
     
     Moral da história para Pitty: Com o avanço da tecnologia de informação e num país em que a arte é considerada um artigo de luxo, não têm como exigir que todos só consumam obras originais de música.
    Ainda diz: 'O que sustenta um artista, economicamente falando, é show' "



 

Fonte: Blog Namoral Produções

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