"Pitty criticou o antagonismo criado entre os que gostam vinil e os que gostam de CD. Segundo ela, as duas tecnologias podem caminhar juntas sem problema algum. Como exemplo, Pitty cita o vinil do Arctic Monkeys, que já vem com um código para baixar as músicas em mp3.
Papo vai, papo vêm e voltamos ao assunto das gravadoras. Quando perguntam a Pitty se ela já se sustentava com sua música antes de ser contratada por uma gravadora, ela lembra do início de sua carreira e acaba nos contando um pouco sobre. Comenta que além de não se sustentar com a própria música, os shows eram divulgados por ela mesma ou pela própria banda nos postes de Salvador ou por meio de flyers. Ainda fala sobre o cenário do rock na época:
'Se fazer rock no Brasil é underground, fazer rock na Bahia é o underground do underground.'
Pitty conta também que foi nessa jornada underground que conheceu Rafael Ramos, produtor musical e filho do diretor musical João Augusto, que incentivou sua carreira e a apresentou para grandes contatos que geraram grandes parcerias para Pitty.
'Eu não quero ser mainstream, underground ou alternativa. Eu quero viver da minha música.'
Moral da história para Pitty: Com o avanço da tecnologia de informação e num país em que a arte é considerada um artigo de luxo, não têm como exigir que todos só consumam obras originais de música.
Ainda diz: 'O que sustenta um artista, economicamente falando, é show' "
Fonte: Blog Namoral Produções
ADOREI O PAPO DA NOSSA PITTY! BJOKITAS!
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